Creepypastas concorre em quatro categorias no Alien Awards 2018

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O canal Livro Voador Não Identificado, da Leticia de Pinho da Silva, está promovendo um concurso para eleger a obras nacionais em várias categorias. Creepypastas – lendas da internet, concorre em quatro categorias! Participo dessa antologia com o conto “A Parteira”.

Você pode votar até 07/02 através do link:

 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfNvRVXTvoEljnZ-Ud9MUr_tM8BCig-RW6Q48j5Ed8KCyYR-A/viewform?fbclid=IwAR3trWkzVyV-658Y6v8RTRagapWaYaz5v7KqOU_ZrH1Hc3uHrHWcZph7os8

Que roupas são essas que eu uso?

É fantasia? Cosplay? Teatro? Fetiche???

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Quem me vê pela primeira vez e ainda por cima usando essas roupas é – infelizmente – comum fazerem esses tipos de perguntas. Se eu estou fantasiada para alguma peça de teatro ou se é para algum evento. Quando é assim, dou simplesmente uma resposta genérica: “são apenas minhas roupas”. Caso a pessoa se sinta mais interessada, eu digo que é uma moda alternativa japonesa. E se a pessoa estiver mais interessada ainda, eu complemento dizendo que é inspirada na moda vitoriana e rococó.

Mas porque esse cuidado todo? Porque além de todas aquelas perguntas acima, se eu acabo dizendo o nome da moda, posso acabar ouvindo comentários muitas vezes desagradáveis,

Mas como eu vim aqui para esclarecer melhor sobre o assunto, então vamos contar tudo!

Esse estilo se chama Lolita, sendo que no Japão, também é chamado de roriita. O que muitas vezes acontece, é que as pessoas associam facilmente este nome ao romance homônimo do russo Vladimir Nabokov, em que tem como tema central a pedofilia. Infelizmente essa é uma associação comum.

A j-fashion Lolita nada tem a ver com fetiche ou pedofilia, muito pelo contrário, são pessoas que querem vestir para si mesma de um jeito fofo e/ou como uma princesa. A moda surgiu por volta da década de 70 para 80 no Japão e atualmente já ganhou o mundo todo.

Existe vários subestilos para satisfazer todos os gostos!

Classical Lolita (meu favorito!)

 

Sweet Lolita (meu segundo favorito) ♥

Country Lolita (seria uma fusão dos dois acima, numa temática mais campestre, como é a junção dos dois que eu mais gosto, então também é um dos meus favoritos :v)

Hime Lolita (Hime significa Princesa em japonês, acho muito estilo, gostaria de fazê-lo um dia)

Pirate Lolita

Gothic Lolita

Punk Lolita

 

Esses são os principais sub-estilos, e como podem ver, é uma moda bem variada e linda. A principal e indispensável característica está na saia rodada com o uso de uma anágua. Algumas das principais marcas japonesas são Innocent World, Baby, the Stars Shine Bright e Angelic Pretty Infelizmente as roupas de brand (marca ou burando) são bem caras, isso por conta da alta qualidade do material e prints (estampas) originais. Mas não desanime! Eu mesma nunca comprei de fora, minahs únicas duas peças de brand são de segunda mão (existem outras opções para você comprar internacionalmente, mas como eu nunca fiz não irei mencionar).

Mas não se preocupe! A Moda Lolita já bem popular no Brasil e você pode encontrar opções de peças originais de lojas nacionais, como:

Atelier Charmant

Lojinha da Anna Hel

Morangato

Me likes Tea

Cotton Candy Feet Shoes

Lolita Sales BR ~ (uma opção para conseguir peças de segunda mão e quem sabe conseguir com alguém próximo de você poder combinar entrega em mãos!)

Eu conheci a moda em 2011 e uso desde dezembro daquele ano. Meu guarda-roupa é bem modesto, muitas das minhas peças foram feitas pela minha mãe, que também ama o estilo! Na época eu curtia visual-kei (uma outra j-fashion) e pesquisando sobre ela acabei conhecendo Lolita. Minha principal fonte foi o blog Reino de Morango , então fuça lá! E se você souber bem inglês, você poder dar uma fuçada também no FYeahLolita .

Espero ter esclarecido melhor sobre o estilo ♥ 

Saindo da caixinha – Porque publiquei numa antologia de amor

Quando me perguntam o que eu escrevo, eu respondo que é principalmente terror. Gosto de escrever coisas sombrias, macabras, sangue e fantasia também. Mas, para se tornar um bom escritor, é necessário saber explorar vários lados e se diversificar. Foi por isso que me desafiei a escrever algo completamente fora do que eu havia escrito até o momento: romance.

No caso, isso foi em 2017, quando ocorreu a primeira edição do Corujandross – uma maratona de escrita pela madrugada promovida pela Andross Editora. Nela, os autores trabalhavam em seus textos das 22h00 às 06h00, fazendo revezamento de uma hora de escrita e meia de descanso. Nesse ínterim, os textos eram enviados aos organizadores de antologia para ir mediando em tempo real.

Juntamente com Leandro Schulai, eu fui escrevendo um conto para a antologia de amor “Sem mais, o amor“. Eu não consumo contos de amor (prefiro ler mangás do gênero …rs), torcia meio o nariz, mas ainda assim, resolvi escrever sobre para sair totalmente da minha zona de conforto. Para dar início a história, escolhi alguma história romântica minha com meu noivo. E deu certo! Em meio a xícaras de cafés e feedbacks, o conto saiu e foi aprovado na antologia!

com Leandro Schulai, organizador das antologias de amor

Foi uma experiência interessante e como estou ainda bem em início de carreira, é bem fácil explorar as antologias com variados temas. Tanto é que em 2018 saí em outra antologia de amor, novamente pela Andross (única antologia que participei com eles neste ano).

Por isso, permita-se explorar outros gêneros, tanto para escrever quanto para ler. Não se feche apenas no seu mundinho achando que é suficiente. Quanto mais bagagem, melhor. Desafie-se. Além disso, eu vejo toda essa exploração, um ato necessário para dar frutos quando eu escrever um romance, onde devo saber trabalhar várias emoções e situações, diferentemente de um conto.

Topa o desafio?

Leitura de 2018

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Hoje é o último ano de 2018 e vamos ao saldo da minha leitura! 

  • Deuses Americanos – Neil Gaiman;
  • (HQ)Chobits (12 ao 16) – CLAMP;
  • O Iluminado – Stephen King;
  • (HQ)Savana de Pedra – Felipe Castilho, Thainan Rocha;
  • (HQ)Imobiliária Sobrenatural – Dan Goldman;
  • (HQ) Zikas – Raphael Fernades, Alessio Esteves, Junior Ferreira;
  • (HQ) Doppler – Rafa Louzada, Doug lira, Rainor Marinho;
  • (HQ) Space Opera – Vários Autores;
  • (HQ) O despertar de Cthulhu – Vários autores;
  • (HQ) Kimera – a última cidade – Vários autores;
  • Zinescritos – Vários atores;
  • Ninguém nasce herói – Eric Novello;
  • A raiz da maldade – Claudia Mina;
  • Quando o mal tem um nome – Glau Kemp;
  • Santa adrenalina (li duas vezes, na verdade) – Claudia Lemes;
  • Metades – Vários autores;
  • Creepypastas – Lendas da Internet – Vários autores;
  • Os arteiros mágicos – Neil Patrick Harris (dezembro)
  • (HQ) Kare Kano (1 ao 7)
  • (HQ) Uzumaki – Junji Ito

No fim, sinto vergonha de só ter lido 10 livros (contra o dobro de quadrinhos). Espero melhorar essa marca ano que vem…

Sou membro da ABERST

Para quem não conhece, a ABERST é a Associação Brasileira dos Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror. Ela tem apenas um ano de fundação, mas já trouxe uma significativa mudança no mercado literário.

Sua função é profissionalizar o escritor, ajudando a divulgar, criando eventos, divulgando outras pessoas da área quem possam ajudar o escritor, como revisores, leitores críticos, etc. Além disso, promove o Prêmio ABERST (que teve sua primeira edição em outubro deste ano), o Ghost Challenge (uma madrugada de escrita num casarão) e faz parcerias com editoras;

Como podem ver, há muitos benefícios. Eu já estava de olho para me associar há um tempo, mas só consegui mês passado. E estou muito feliz de agora ser uma Ceifadora, pois me senti bem acolhida pelo pessoal.

E umas duas semanas depois, houve a confraternização da ABERST juntamente com um triplo lançamento de livros, na Patuscada Café. Eu estava bem tímida, pois não conhecia ninguém (quer dizer, conhecer eu conhecia, da internet, mas não tinha intimidade com ninguém e não sabia como puxar assunto…rs).

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O que me ajudou a socializar foi na hora do amigo secreto…rs Foi bem divertido, quem me tirou foi a presidente da ABERST, Claudia Lemes! E depois quem eu tirei foi a Vera Carvalho, ela recebeu um exemplar da antologia King Edgar Palace!

Se você quer conhecer mais sobre a ABERST, acesse o site: https://www.aberst.com/

Leituras – Novembro

Esqueci de postar antes, vai meio atrasado, mas tudo bem ! Esse mês novamente só li dois livros, mas peguei para ler antologias que eu participei este ano.

Autores: Leandro Schulai, Roza Nino Bahia, Maria Anna Martins, Leonardo Motta, Iraê Peroni, Tâmara de Gaia, Patrick Accioly. Rafael G. Esteque, Ariane M. Costa, Anne Alyne Mendes, William Heleno, Raphael Sulivã. Sara Alves, Igor Natiulio, Márcio José Coutinho, Liz Negrão, Renata Ribeiro, Marlos Quintanilha, Thainá Rocha da Silva, Érika Rodrigues de Freitas, Ricardo Biazotto, Adriana Alvarenga, Agatha Andrade, Bianca Bomfim, E.S. Siqueira, Ana Julia Ramos, Kelly Amorim, Samara Máximo, Laura Pereira, Cadu Lima & Luiz Antônio, Carolina Inácio, Clóvis Vieira Machado, Gutto Ferreira, Rodrigo Mendes, Fernando Cohen, T.R.S. Amorim, Maria José Cândido Oliveira, Wirle Santos, Anne Alyne Mendes, Thainá Rocha da Silva, Tainá BM, Caio Nicolella, Amanda Gambogi C.F. Campos, Murillo Lino, Thais Caldeira, Stella Turella, Claudia Regina Botion Cracovsky, Darlan Zurc

Esta foi a segunda antologia de contos de amor que eu participo e pela Andross novamente. Desta vez, os contos são completamente independentes e seguem a linha que o autor preferir. Resolvi ler este primeiro devido ao Prêmio STRIX, pois são os autores que votam nos contos que mais lhe agradam.

Aqui você vai encontrar romances que dão certo, outros que são iludidos, temáticas lgbt e muito mais. Lembrando que há muitos autores estreando sua carreira aqui.

Nesta antologia, eu participo com o conto “Amor de vitrine” e ainda tenho exemplares disponíveis para compra.

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Autores: Glau Kemp, Graciele Ruiz, Raquel Pagno, Bruno Godoi, Gustavo Lopes, Patricia Vahl, Ana S. Varella, Alfredo Alvarenga, Leonardo Duprates, Pris Magalhães, Rafael Becker, J M Menez, Cacau Correa, Mayron Damasceno, P.H. Ludwig, Renata Maggessi, Tyanne Maia, Letícia P S, Gabriel Mayer, Kelly Amorim, Douglas Lobo, André Comanche, Dante Saboia, Igor Chacon, L A Tecau, Pedro Riguetti, Karol Melo, Andrei Simões, Cláudia Lemes, Rodrigo Ortiz Vinholo, Mário Bentes

Creepypastas – Lendas da Internet foi lançado em sua versão física em São Paulo na Bienal do Livro, em agosto. Os meus exemplares chegaram mais ou menos uns dois meses depois e enfim o li mês passado.

Essa foi uma das antologias que mais fiquei feliz em participar, pois os contos estão muito bons ! Muitas referências nostálgicas, algumas eu tive que pesquisar, pois não são da minha época…rs Mas teve conto que realmente me deixou com medo! No caso, foi “Você já viu este homem?”, de Pedro Riguetti.

Participo com o conto “A parteira” e tenho apenas dois exemplares disponíveis para compra. Você também pode ler está ótima resenha sobre o livro.

E vocês? Leram bastante?

[Dia 08] Desafio de Escrita – Um rito de passagem

Bom, eu pensei bem no que responderia nesta tag, porque eu não tenho nenhum rito… Mas como o ano está acabando (e logo mais chegam minhas férias!) resolvi dizer qual que pode ser meu “rito de passagem de ano”.

Neste ponto eu sou bem comum com as pessoas, pois faço aquelas famosas listas. E para ano que vem tenho várias listas para atualizar:

  • Lista de metas dos meus estudos: eu trabalho no Kumon como auxiliar e para isso preciso fazer o material também. Faço as três disciplinas que tem na unidade: português, inglês e matemática. Para viés de curiosidade, estou no estágio GII, G e H, respectivamente (quem faz Kumon, vai entender 😂). E como pretendo prestar vestibular ano que vem, quero dar uma acelerada nesses estudos, pois faço o material todos os dias.
  • Lista Lolita: mesmo usando lolita há sete anos, meu guarda-roupa é ultra modesto. Quero dar um up nele tentando adquirir mais peças e definindo melhor meu estilo. Além disso pôr o que tem de nada a ver para vender.
  • Lista Casamento: estou noiva há três anos e quero pegar esse período para encontrar todas as coisas necessárias para a gente se planejar melhor para ano que vem. E viagens também, precisamos encontrar lugares pet friendly !! (Sugestões??)
  • Faxina: tá, isso não é uma lista, mas sempre que é fim de ano tem que fazer aquela limpa em casa pra tacar o que é velho fora né!
  • Lista de escrita: e por último, MAS JAMAIS MENOS IMPORTANTE, botar a escrita em dia. Por pra andar meus projetos solo, o romance que estou tentando escrever e uns contos aí. E claro, tentar deixar atualizado o blog 😉

Como podem ver, muitas tarefas para começar 2019! Que o próximo ano seja um sucesso!